Se Inclui, Curso de Formação de Professores para Inclusão e Diversidade no Ambiente Educacional

Logotipo do curso

Boas-vindas e apresentação

Todas as pessoas são muito bem-vindas! Esse curso tem como objetivo principal a formação docente para inclusão e acessibilidade no meio educacional. Trata-se de uma parceria de quatro instituições públicas de ensino de Goiás, sendo elas: Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Estadual de Goiás (UEG), Instituto Federal de Goiás (IFG) e Instituto Federal Goiano (IFGoiano). Tomaremos como princípio norteador a discussão de diversidade e apresentaremos a diversidade visual, auditiva, motora e a neurodiversidade, considerando que para além da deficiência é preciso considerar que somos todos diferentes. Pretendemos dar ênfase nas necessidades educacionais dos alunos, em suas eficiências e especificidades na forma de aprender.

Conheça um pouco do cotidiano e da eficiência de alguns alunos e professores com deficiência da UFG, UEG, IFG e IFGoiano.

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Cotidiano de Alunos e Professores

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Movimentos e direitos da pessoa com deficiência

A luta das pessoas com deficiência pelos seus direitos resultou em leis e diretrizes. Esses documentos indicam o direito de atendimento às necessidades específicas no ambiente acadêmico, como: intérprete de Libras, adaptação de material acadêmico, profissionais de apoio, espaços acessíveis, ações pedagógicas coerentes com as necessidades, entre outras ações, considerando especificidades visuais, auditivas, intelectuais, motoras e sociais. No entanto, esses direitos nem sempre são atendidos veja o relato da professora doutora Renata Beatriz Silva, do curso de Medicina na Universidade Federal de Goiás.

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Relato da Professora Renata

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Acessibilidade e tecnologias assistivas no ambiente educacional

As tecnologias assistivas podem ser um importante elemento de auxílio para que as pessoas com deficiência possam ter acesso ao conhecimento acadêmico. Tecnologia assistiva também pode ser chamada de “ajuda técnica” ou “tecnologia de apoio” é conceituada no Estatuto da Pessoa com Deficiência como: “produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social”.

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Diversidade e professor inclusivo

O professor inclusivo é aquele que consegue enxergar que todos os alunos são diferentes, e que apresentam eficiências e deficiências. Quando falamos de educação inclusiva não estamos nos referindo apenas à inclusão dos alunos com deficiência. Estamos considerando que as pessoas aprendem de forma diferente, independentemente de ter ou não uma deficiência. Quando o professor apresenta diversas formas de transmissão do mesmo conteúdo, ele aumenta a possibilidade dos demais alunos obterem sucesso no processo de ensino-aprendizagem. Assim, a presença do aluno com deficiência provoca a melhora da qualidade de ensino para todos. Gostaríamos de convidá-lo para ouvir do professor Vanderlei Balbino da Costa, do curso de pedagogia da Universidade Federal de Goiás, sobre o que é ser um professor inclusivo.

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Relato do Professor Vanderlei

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Diversidade visual

O objetivo desse capítulo é apresentar algumas diferentes formas de se “ver” o mundo. Temos que pensar em nossas aulas e nos materiais acadêmicos lembrando que podemos ter em nossa turma alunos daltônicos, cegos, com baixa visão, com visão monocular e com outras diversas formas de “ver” o conteúdo. Para entender como adaptar o material para seu aluno procure-o e pergunte qual a melhor forma. As instituições federais possuem profissionais que podem lhe auxiliar. Algumas boas práticas podem facilitar muito o acesso dessas pessoas ao conteúdo. As pessoas cegas e algumas com baixa visão utilizam-se do computador para seus estudos por meio do leitor de tela e para que consigam ter acesso aos textos e livros é importante que o material seja passado para eles em arquivo TXT. Isso é facilmente feito, mesmo que você não entenda muito de informática. Alguns alunos com baixa visão precisam de material ampliado, o tamanho da letra deve ser combinado com o aluno, geralmente fonte 16 ou 18. Descreva verbalmente figuras, fotos, mapas, gráficos, filmes e outros elementos visuais para os alunos com dificuldades visuais. Procure escrever letras grandes e claras no quadro. Prepare antecipadamente gráficos e desenhos contornando-os com cola 3D ou de outra forma para que contornos fiquem em relevo. Permitir ao aluno gravar as aulas ou utilizar tecnologias assistivas.

Essas e outras boas práticas você pode ler com mais detalhes no CONTINUE LENDO. Você também pode encontrar mais referências e filmes no SAIBA MAIS.

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Diversidade auditiva

O objetivo desse capítulo é apresentar algumas diferentes formas de se “ouvir” o mundo. Temos que pensar em nossas aulas e nos materiais acadêmicos lembrando que podemos ter em nossa turma alunos com deficiência auditiva, surdos, com surdez unilateral e outras diversidades auditivas. Para entender como atender adequadamente seu aluno procure-o e pergunte qual a melhor forma. As instituições federais possuem profissionais que podem lhes auxiliar. Algumas boas práticas podem facilitar muito o acesso dessas pessoas ao conteúdo. A Libras é a primeira língua das pessoas surdas, assim essas pessoas têm direito ao intérprete em sala de aula. Se o professor conhecer alguns sinais de Libras poderá se comunicar melhor com o aluno surdo, mas isso não substitui o intérprete. Muitos alunos com deficiência auditiva fazem leitura labial, é importante que o professor fale de frente para este, falando normalmente e parando de falar quando estiver de costas. Alunos com audição unilateral buscam o melhor local para se localizar na sala, respeite sua escolha. Permitir ao aluno gravar as aulas ou utilizar tecnologias assistivas.

Essas e outras boas práticas você pode ler com mais detalhes no CONTINUE LENDO. Você também pode encontrar mais referências e filmes no SAIBA MAIS.

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Relato da Professora Nubia

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Diversidade motora

O objetivo desse capítulo é apresentar algumas diferentes formas de se “movimentar” no mundo. Temos que pensar em nossas atividades acadêmicas lembrando que podemos ter em nossa turma alunos que se locomovem utilizando cadeira de rodas, muletas, bengalas, próteses, e que têm ausência de alguns movimentos ou dificuldades em realizá-los. Para conhecer suas dificuldades e atender às necessidades de seu aluno procure-o e pergunte como pode ajudar. Algumas boas práticas podem facilitar muito a acessibilidade. Verifique se seu aluno enfrenta barreiras arquitetônicas na instituição e avise ao órgão responsável. Caso o prédio não tenha acessibilidade, mude sua turma para uma sala mais acessível. Caso seu aluno necessite de tecnologias assistivas procure o Núcleo de Acessibilidade ou órgão responsável. Permita que o aluno utilize tecnologias assistivas em suas aulas e avaliações.

Essas e outras boas práticas você pode ler com mais detalhes no CONTINUE LENDO. Você também pode encontrar mais referências e filmes no SAIBA MAIS.

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Neurodiversidade

O objetivo desse capítulo é apresentar algumas diferentes formas de se relacionar com mundo. Temos que pensar em nossas atividades acadêmicas lembrando que podemos ter em nossa turma alunos neurodiversos, que podem ter diferentes formas de percepções, de se relacionar com as pessoas e/ou de compreender o conteúdo apresentado. Para conhecer suas dificuldades e entender suas necessidades, converse com seu aluno e pergunte como pode ajudar. O Núcleo de Acessibilidade ou órgão simular na sua instituição pode lhe auxiliar nesse estudo de caso e para determinar quais ações podem proporcionar apoio acadêmico para o aluno. Algumas boas práticas podem facilitar muito a vida acadêmica dos alunos neurodiversos. Alunos com síndrome de Asperger ou autismo podem apresentar hipersensibilidades sensoriais, estar em locais com muito estímulo pode dificultar o processo ensino-aprendizagem. Alunos com deficiência podem ter aumento do tempo de integralização de curso, podendo fazer menos disciplinas por semestre, facilitando a aprendizagem principalmente dos alunos com deficiência intelectual. Utilize linguagem adequada a todos os seus alunos. Converse com seus alunos sobre métodos avaliativos que possam contemplar o conteúdo abordado e as formas do aluno de apresentar o conhecimento.

Essas e outras boas práticas você pode ler com mais detalhes no CONTINUE LENDO. Você também pode encontrar mais referências e filmes no SAIBA MAIS.

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